# IGP-M tem queda de preços de 1,16% em julho, diz FGV; entenda

> O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou deflação de 1,16% em julho de 2024, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador acumula inflação de 2,76% nos últimos 12 meses, apesar da segunda queda consecutiva mensal. A redução de preços impacta contratos de aluguel e tarifas indexadas ao índice.

*Terra Verde Viva · Safra e Produção · 30 de julho de 2026 · Glória Sertaneja*

O IGP-M registrou deflação de 1,16% em julho, segundo a FGV. É a segunda queda consecutiva, mas o índice acumula inflação de 2,76% em 12 meses. Entenda o que muda para o consumidor.

## IGP-M tem queda de preços de 1,16% em julho, diz FGV

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação de 1,16% em julho deste ano. Esta é a segunda queda consecutiva do indicador, em junho, a variação já havia sido negativa em 0,50%.

Apesar do alívio no mês, o IGP-M ainda acumula inflação no ano (2,08%) e nos últimos 12 meses (2,76%). Em junho, esse acumulado em 12 meses era de 3,16%. Ou seja, a deflação de julho ajudou a reduzir a taxa anual.

## O que puxou a queda do IGP-M em julho?

A principal força por trás da deflação veio do atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação de preços no atacado, recuou 1,74% no mês. Essa é a maior contribuição para o resultado negativo do IGP-M.

No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também apresentou leve deflação, de -0,01%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), terceiro subíndice, subiu 0,62% em julho, mantendo a pressão no setor.

## Como o IGP-M impacta o consumidor?

O IGP-M é amplamente usado como referência para reajustes de contratos de aluguel, planos de saúde e tarifas de energia elétrica. Uma deflação no índice pode significar alívio temporário para quem tem contratos atrelados a ele, especialmente se o reajuste anual coincidir com o período de queda.

Por outro lado, a inflação acumulada em 12 meses de 2,76% ainda supera a meta de inflação, indicando que o custo de vida, no geral, continua subindo, embora em ritmo menor.

## O que esperar para os próximos meses?

A FGV calculou o IGP-M de julho com base em preços coletados entre 21 de junho e 20 de julho deste ano. A tendência de curto prazo dependerá do comportamento dos preços no atacado, que lideraram a queda, e dos custos da construção, que seguem em alta.

Para quem acompanha o índice para reajuste de aluguel, a dica é ficar atento ao acumulado em 12 meses no mês de vencimento do contrato, já que a variação pode mudar significativamente de um mês para outro.

## Perguntas Frequentes

### O IGP-M de julho foi maior ou menor que o de junho?

Foi menor: caiu 1,16% em julho, ante -0,50% em junho, marcando a segunda deflação consecutiva.

### O IGP-M acumula inflação ou deflação em 2026?

Apesar das quedas de junho e julho, o IGP-M acumula inflação de 2,08% no ano e 2,76% em 12 meses.

### O que significa deflação no IGP-M para o aluguel?

Se o contrato de aluguel usa o IGP-M como índice de reajuste, a deflação pode reduzir o valor do aluguel na data de aniversário do contrato, dependendo do período de referência.

### Qual subíndice do IGP-M mais contribuiu para a queda?

O IPA (atacado), com queda de 1,74%, foi o principal responsável pela deflação de julho.

### O INCC também caiu em julho?

Não. O INCC, que mede custos da construção, subiu 0,62% em julho, mostrando pressão de alta no setor.

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Fonte (canonical): https://terraverdeviva.com.br/safra-e-producao/igp-m-tem-queda-precos-116-julho-diz-fgv/
