# PIB brasileiro tem 5º maior crescimento no segundo trimestre

> O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,5% no segundo trimestre de 2026, ocupando a quinta posição entre 50 países analisados pela Austin Rating. O desempenho superou Estados Unidos e China, com base em dados do FMI. A economia nacional demonstrou resiliência no período, consolidando avanço relevante no cenário internacional.

*Terra Verde Viva · Safra e Produção · 01 de setembro de 2026 · Anselmo Tavares*

A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, quinta maior alta entre 50 países, à frente de EUA e China. Ranking foi divulgado pela Austin Rating, com dados do FMI.

O crescimento de 0,5% da economia brasileira na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026 colocou o país como dono da quinta maior alta do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) nessa comparação entre trimestres imediatamente seguidos. O desempenho superou Estados Unidos e China, segundo ranking divulgado pela agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), órgão ligado às Nações Unidas.

O ranking considera 50 países que já divulgaram o resultado do PIB do segundo trimestre. O topo é ocupado pela Irlanda, com expansão de 1%. Além da quinta posição, o Brasil apresentou desempenho superior à média dos países (0,2%), dos países da Zona do Euro (0,1%) e do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).

O número veio acima das expectativas de mercado. De acordo com boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, a variação positiva do PIB no segundo trimestre superou a projeção de alta de 0,4%.

## O que o ranking mostra

A Austin Rating compara também os países por tamanho do PIB. O Brasil era a 11ª maior economia em 2025. Em 2026, subiu para a décima posição. A projeção é que ultrapasse a Rússia e alcance o nono lugar em 2027. A melhor posição já alcançada foi a sétima maior economia, de 2011 a 2014.

O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

Para o cooperativismo, o dado reforça que o crescimento agregado não chega sozinho ao pequeno produtor. Cooperativa boa se mede na gestão, não no número do país. O desafio segue sendo transformar alta de PIB em preço justo e escala para quem produz no campo.

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Fonte (canonical): https://terraverdeviva.com.br/safra-e-producao/pib-brasileiro-tem-5-maior-crescimento-segundo-trimestre/
